É um relato breve sobre o desenvolvimento da autora na zona rural, na infância, a beira do Riacho do Navio. Seus momentos em Floresta-PE e sua vida adulta na capital Pernambucana. Expõe-se por meio da poesia o que registra sua memória e instantes emocionais. Assim terá oportunidade de ler como ela pinta sua infância,que importância teve a rua onde morou, sua vida de estudante, suas amizades. Demonstra seus sentimentos por meio de homenagens a familiares, fala das diversas fazendas, assim como, comenta o cotidiano urbano. Relembra-nos a copa de 1970, o Brasil daquela época. O comércio da terra dos tamarindos de trinta anos passados, fotografa poeticamentea Floresta de outrora e a atual. Se transpõe para o mundo dos vaqueiros e registra até uma aboiação. Por fim, diz que é florestana, do Alto Monte e que se não é feliz por completo, é porque não pediu ainda ao Bom Jesus da “ Fuloresta.”
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sexta-feira, 14 de março de 2008
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Quem sou eu
- Lourdes Ferraz
- Recife, Pernambuco, Brazil
5 comentários:
E assim começa o relato de muitas historias e muitos personagens... Pra ve tudo, eh so clicar no indice(links) ao lado e de preferencia comentar depois. A autora agradece e a fã da autora tb. :-p bjoss
Ahhh... pra comentar eh facil. Clicar em comentar, faz o comentario,digita o codigo d letras q aparece e escolhe uma identidade. Tem 2 modos d identificaçao:
1- pela conta do google, a mesma do gmai e do orkut
2- clicar em Nome/URL,onde vc pode botar o seu nome e n precisa preencher o URL, nem botar senha
3- ou anonimo,rsrsrrsr...
Já li tudo...! E fiquei com aquele gostinho de quero mais! Lurdinha, voce tem o dom de captar aquele algo mais, o detalhe, a brejeirice da n
ossa Floresta, seja urbana ou rural. Como é interessante, mesmo depois de tanto tempo, está tudo bem vivo e claro na sua mente e coração. Voce precisa continuar a nos brindar com esses escritos tão acalentadores aos nossos espíritos de riacheiros e pajeuzeiros!!! Mais uma vez muito obrigado por escrever o que queremos ler! Abração Jailson
Não resta dúvida.
A vida lá não é singular.
Dona Lourdinha mostra que
Tudo lá se soma "pra" nos fortificar.
Fazendo da aparente monotonia singular de lá
Um verdadeiro plural de emoções "pra" gente "cá".
Ta vendo, até eu aprendi a rimar.
Uma vida plural.
Xeru forte
Somente agora tive a oportunidade de ler o blog. Já tinha tido o privilégio de ler o livro. Não é nada cansativo ler e reler o q você escreve. Pelo contrário, a cada releitura consigo depurar ainda mais o texto, dando-me sempre um novo sabor. Não tinha melhor título a ser dado ao livro do q "Sertão sabores e sentimentos", pois o texto consegue aguçar sentidos ora esquecidos na infância, adolescência, ou até mesmo na última estada em Floresta. Permite, ainda, alimentar algo que parecia impossível, a saudade daqueles que partiram, mas que estarão sempre presentes em nossa memória. Continue SEMPRE prestigiando nós leitores com seus textos.
PARABÉNS PELO BLOG E PELO LIVRO!
Beijo Grande!
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